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Windfloat Atlantic

O parque eólico offshore flutuante WindFloat Atlantic está desde finais de julho totalmente operacional, com a entrada em exploração da última das três unidades, contando com uma capacidade total instalada de 25 MW, o equivalente à energia consumida por 60 000 utilizadores durante um ano.

 

O projecto WindFloat Atlantic foi ligado à rede no final de dezembro de 2019, tendo necessitado do primeiro semestre de 2020 para finalizar a instalação e comissionamento da totalidade das unidades. Trata-se do primeiro parque eólico offshore em Portugal e o primeiro que recorre a tecnologia flutuante na Europa continental.

 

Os aerogeradores foram montados sobre as plataformas flutuantes no Porto de Ferrol, em Espanha, antes destas serem rebocadas para a localização definitiva do parque eólico, a 20 km da costa de Viana do Castelo.

 

As estruturas semissubmersíveis – com forma triangular de 53 metros entre colunas e com 29 metros de altura, dos quais 11 metros estão emersos – abrigam os maiores aerogeradores alguma vez instalados no mundo sobre fundações flutuantes, cada um com uma capacidade de 8,4 MW. As plataformas estão ancoradas ao fundo do mar com cabos e correntes, em águas com profundidades de cerca de 100 metros.

 

Inclui ainda tecnologia de ponta que minimiza o impacto ambiental e facilita o acesso a recursos eólicos inexplorados em águas profundas. Esta tecnologia tem vantagens mais vastas que aumentam a sua acessibilidade e a relação custo-eficiência, incluindo a aptidão para a montagem em doca seca e transporte sem necessidade de navios rebocadores especializados, ou a menor dependência de operações complexas no mar que estão associadas à instalação das estruturas tradicionais de base fixa.

 

Em julho de 2020 ficou concluída a construção do parque eólico, no seguimento da ligação do último dos três aerogeradores ao cabo de exportação que liga o parque eólico offshore à subestação em terra de Monserrate, Viana do Castelo.

 

O arranque deste parque eólico promove um acesso sem precedentes às áreas marítimas mais distantes da costa, proporciona a diversificação das origens da energia e representa um avanço tecnológico significativo em termos de descarbonização da economia e critérios de sustentabilidade.

 

Esta iniciativa teve o apoio de instituições públicas e privadas, incentivando as empresas que são líderes nos seus respetivos mercados a participar no projeto, com o apoio financeiro do Governo de Portugal, da Comissão Europeia e do Banco Europeu de Investimento.

 

O projeto é liderado pelo consórcio Windplus, constituído pela empresas Ocean Winds (EDP Renováveis e ENGIE), REPSOL e Principle Power.

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